O Basset Alemão da Westfália é um cão de pequeno porte, sendo uma versão de pernas curtas do Sabujo Alemão. Robusto e de ossatura bem pesada e estruturada, possui também uma cabeça alongada, o focinho levemente acarneirado, orelhas longas, pendentes e com a cauda quase atingindo o chão.
É tricolor: dourado, preto e branco, em marcações na fronte e focinho, peito, pés e ponta da cauda; ou ainda vermelho com as marcações em branco, como as descritas no tricolor. Já sua pelagem é curta, lisa, dura e densa.
Ótimo caçador, costuma perseguir lebres, raposas, javalis e coelhos nas altas montanhas centrais da Alemanha, onda a caça é impossível sem o auxílio de cães. É também especialista em procurar e cercar a presa, geralmente em círculos, e no rastreamento de pistas de sangue.
Além de ótimo ajudante na caça, o Basset Alemão da Westfália é um grande companheiro, pois é obediente, adora agradar e assimila bem o que aprende.
Assim como os franceses, que desenvolveram seus bassets para uma caça mais lenta e próxima ao chão, os alemães criaram a versão de pernas mais curtas dos seus “bracke” (sabujos), os chamados “dashsbrake”.
Esse cão foi desenvolvido há muitos séculos nas regiões de Sauerland e Westfália, localizado no Oeste da Alemanha. Especialistas acreditam que em sua formação estão incluídos os dachshunds (bassets) da época, assim como alguns exemplares de grandes sabujos com mutações genéticas que os deixavam com as pernas mais curtas.
Embora gravuras da Idade Média já mostrassem esse pequeno cão, ele só foi oficialmente descrito e nomeado em 1886. A raça, adotada e protegida pelo “Bracken Clube Alemão”, foi reconhecida pelo Kennel Clube da Alemanha em 1935.